Petecão quer participação permanente do Exercito no combate à dengue

O Exército, segundo o senador, seria um ponto de apoio logístico e disseminador das ações , numa iniciativa permanente de Estado e não apenas esporádica, independente de Governo, ”até que as ocorrências de dengue cheguem a um patamar aceitável pelas autoridades sanitárias”.

Petecão lembrou que o Exército ,assim como as Forças Armadas em geral, sempre é chamado em casos de grande comoção ou calamidade, como recentemente no Rio de Janeiro, ”seja para a tomada de morros ocupados por milícias ou crime organizado, seja na busca de sobreviventes vítimas de desmoronamentos”. O senador disse que a própria população brasileira já acostumou a ver, sobretudo nos Bombeiros e Exército, uma extensão da força pública sempre em alerta para qualquer tipo de auxílio ou socorro rápido que exija destreza, alto grau de profissionalismo e espírito público. Neste sentido, a entrada do Exército seria em nível permanente com o compromisso de atuar em áreas de maior incidência da dengue e alto grau de pessoas acometidas pela doença. ”Só o Exercito, com o auxílio e orientação direta dos agentes de saúde, tem a estrutura e a experiência de tratar com problemas desta dimensão”.

Petecão enfatizou que as autoridades federais já foram suficientemente alertadas para a complexidade e a amplitude do problema da dengue no Acre. ”Eu próprio, enquanto deputado federal no Governo Lula, já solicitei ao Ministério da Saúde uma força-tarefa para o Estado e alertei que a epidemia apenas esperava o momento certo para eclodir”. O parlamentar reconheceu ainda os esforços realizados pelas autoridades sanitárias, mas lembrou que “para enfrentar com chances de vitória um problema desta monta, só mesmo contando com uma força militar literalmente pronta para entrar em combate, no caso contra a disseminação do mosquito”. E finalizou dizendo que os militares brasileiros já deram exemplo de trabalho com as massas , ”como no Haiti, onde até hoje as tropas brasileiras evitam levantes populares, ajudam vítimas de terremoto e até socorrem casos de cólera que chegaram ao país”.

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