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Petecão participa de negociação do mínimo

O senador Sérgio Petecão (PMN) participou ontem, em Brasília, de mais uma rodada de negociações do salário-mínimo entre Governo Federal , lideranças do Congresso Nacional e centrais sindicais.O ministro das Relações Institucionais, Luís Sérgio, manteve a posição do Governo Central expressa desde a semana passada de um mínimo de R$ 545,00, enquanto as principais centrais sindicais do país querem um mínimo de , no mínimo, R$ 580,00. As centrais sindicais prometem inclusive realizar mobilizações se o Governo Dilma insistir no mínimo de R$ 545,00 e ameaçam levar a questão a voto no Congresso Nacional. Para Petecão, no entanto, a discussão está apenas começando, ”é não é hora para posições extremadas”.

A posição das centrais sindicais, aliás, foi alvo , inclusive, de uma crítica do ex-presidente Lula que, pela primeira vez veio a público defender a posição do Governo Dilma. O senador Sérgio Petecão, no entanto, entende que o Governo Federal pode e deve também fazer sua parte. Como, por exemplo, negociar com os governos estaduais a redução dos tributos que incidem sobre a cesta básica, que no último mês registrou alta preocupante em diversos estados e Distrito Federal. Petecão acha ainda que algumas medidas mediadoras poderiam ser tomadas pelo Governo Federal, sinalizando sua intenção de negociação. Uma das alternativas poderia, segundo ele, ser a discussão de uma nova tabela do Imposto de Renda(IR) que aliviasse a carga tributária que cai sobre os assalariados brasileiros.

De acordo com o parlamentar acreano, a carga tributária brasileira penaliza diretamente os contribuintes menores , que descontam na fonte, e oficializa uma verdadeira inversão de valores.”No fim, quem ganha mais paga menos, fazendo do Brasil um campeão tributação sem o retorno em nível de serviços públicos de qualidade”. A idéia, segundo Petecão, é exatamente tratar de forma desigual os desiguais, ”numa proporção direta ao volume de renda que recebem”. Por fim, Petecão disse que o mínimo para 2011 deve ter um tratamento todo especial e acelerado,”levando-se em conta as possibilidades concretas dos cofres públicos,sobretudo das prefeituras do interior, e a expectativa dos trabalhadores brasileiros. Mas sempre tendo por fim a qualidade de vida e o aumento gradual do poder aquisitivo do povo brasileiro”.